terça-feira, 31 de janeiro de 2017


Fonte do Tritão (em italianoFontana del Tritone), uma das primeiras fontes de Gian Lorenzo Bernini, localiza-se na Piazza Barberini, em Roma, tendo sido uma encomenda do papa Urbano VIII, um amante da arte e fã do escultor. Bernini a esculpiu entre 1642 e 1643 e foi a primeira de suas fontes, indiscutivelmente barroca e de grande dramaticidade.
A escultura mostra Tritão, mítico personagem da mitologia grega, filho de Netuno, cujo tronco era de um homem e as pernas eram a cauda de um peixe, sorvendo água de uma concha, sendo apoiado por quatro grandes peixes de duras feições. Era natural na época de Bernini que todos os seres representados fossem de grande exatidão fisionômica, como se mostra Tritão, másculo e artisticamente perfeito.

Sant'Agnese in Agone é uma igreja barroca do século XVII localizada em Roma, na Itália. Ela está de frente para a Piazza Navona, um dos principais espaços urbanos do centro histórico da cidade e é o local onde Santa Inês, a quem é dedicada, foi martirizada, o antigo Estádio de Domiciano, cujo traçado ainda se percebe no formato da Piazza.
A reconstrução da igreja iniciou-se em 1652 sob ordens do papa Inocêncio X, cujo palácio, o Palazzo Pamphili, também dava de frente para a piazza e era vizinho ao local da nova igreja, que se tornaria para todos os efeitos uma capela da família anexa à residência). Para isso, uma abertura se abriu no domo para que eles pudessem participar dos serviços religiosos sem sair do palácio[1].
Diversos arquitetos se envolveram na construção da igreja, incluindo Girolamo Rainaldi e seu filho Carlo Rainaldi, e dois dos mais importantes arquitetos barrocos da época: Francesco Borromini e o escultor Gian Lorenzo Bernini[2].
O nome desta igreja não tem relação com a "agonia" da mártir: in agone era o antigo nome da Piazza Navona (piazza in agone) e significa, ao invés disso, "no local das competições" (do grego), pois a Piazza Navona foi construída no local de um antigo estádio romano de modelo grego utilizado para corridas a pé. De in agone, o uso popular e a pronúncia mudou o nome para "Navona", mas outras ruas da região mantiveram o nome original[3].

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017


Campo de Fiori (tradução: Campo das Flores, ou, livremente, Mercado das Flores) é uma praça no centro de Roma, ao leste do rio Tibre, no rioneParione. A praça também confere o nome ao bairro daquele local.
Todos os dias, exceto aos domingos, lá ocorre um dos maiores mercados de Roma. No meio da praça há uma estátua, erigida em 1881, em homenagem ao filósofo Giordano Bruno, queimado vivo naquele local em 17 de fevereiro de 1600, por ter afirmado, assim como Galileu Galilei, que a Terra é que girava em torno do Sol e não o contrário.
O Campo de Fiori é a única praça em Roma na qual não há pelo menos uma igreja. Em 1869 o antigo mercado de flores da Praça Navona (Piazza Navona) foi transferido para o Campo de Fiori.

Janículo (Gianicolo em italiano) é uma colina na parte ocidental de Roma.[1][2][3] Foi um centro do culto ao deus Jano.[1][2][3] Embora seja a segunda colina mais alta na Roma contemporânea, o Janícolo não figura entre as Sete Colinas.[1][2][3] Está situada a oeste do rio Tibre e fora dos limites da cidade antiga.
Anita Garibaldi, chamada a "heroína dos dois mundos", está enterrada no Janículo.
O Gianicolo é uma colina romana, com vista para a margem direita do rio Tibre e cuja altura máxima é de 88 metros. Não faz parte do grupo das sete colinas tradicionais. A encosta oriental desce para o rio e na base é o distrito histórico de Trastevere, enquanto a ocidental, menos íngreme, é a parte mais antiga do bairro moderno de Monteverde.

La Casina delle Civette

"A casinha das corujas"

As corujas de buzina, residência do príncipe Giovanni Torlonia jr. até 1938, o ano da sua morte, é o resultado de uma série de transformações e adições feitas no século XIX que Cabine suíça, localizada nas bordas do parque e escondido por uma colina artificial, era originalmente um lugar de escape do que do funcionalismo residência principal. Concebido em 1840 por Giuseppe Jappelli encomendado pelo príncipe Alessandro Torlonia, ele apareceu como um produto rústico com revestimentos exteriores tufo cantaria e pintura tempera interior, à imitação de pedras e tábuas de madeira. Os dois edifícios de que hoje compreende o complexo arquitetônico, o principal villa e dependência, ligados por uma pequena galeria de madeira e uma passagem subterrânea, pouco ou nada têm a ver com o retiro romântico de sabor alpino criado em ' século XIX por Jappelli, se não para as estruturas das paredes dos dois corpos principais de fábrica disposto a "L", para a impressão deliberadamente rústico, para o uso de diferentes materiais de construção deixados expostos e para o telhado de duas águas.
Na verdade, desde 1908, o Cabin Swiss começou a sofrer uma mudança progressiva e radical a mando de seu neto Alessandro, Giovanni Torlonia jr, assumindo a aparência e designação de "Aldeia Medieval". A obra foi dirigida pelo arquiteto Enrico Gennari eo pequeno edifício tornou-se uma residência refinada, com grandes janelas, alpendres, varandas, torres, com decorações em cerâmica e vitrais.
Desde 1916, o prédio começou a ser chamado de "Casa das corujas" para a presença da janela com duas corujas entre hera tiros, realizadas por Duilio Cambellotti já em 1914, e o uso quase obsessiva da coruja no tema e decorações em móveis, construído pelo príncipe João, o homem mal-humorado e um amante de símbolos esotéricos.
Em 1917, o arquiteto Vincenzo Fasolo acrescentou as estruturas da frente sul do Lodge, fazendo um decorações imaginativas em estilo Art Nouveau.
A pegada de Fasolo é visto na escolha dos volumes que se agregam e intersectando corpo tomando em uma grande variedade de materiais e pormenores decorativos. O elemento unificador das múltiplas soluções arquitectónicas é a tonalidade cinzenta da camada de acabamento do gabinete, para a qual foi usada a ardósia em placas finas, diversas vezes em forma, ao contrário das cores vivas que lembram as telhas em esmalte assado.
Os espaços interiores são dispostos em dois níveis, todos eles são particularmente bem em obras de acabamento; pinturas decorativas, estuque, mosaicos, majólica policromada, madeiras embutidos, ferro forjado, tecidos de parede, esculturas em mármore mostrar a especial atenção do príncipe para o conforto de estar.
Entre as muitas decorações a presença do vidro é tão prevalente como para constituir a figura distinta do edifício: as janelas são instalados entre 1908 e 1930 e representam um "único" na cena artística internacional, todos produzidos pelo laboratório de César Picchiarini projeta Cambellotti, UmbertoBottazzi, Vittorio Grassi e Paul Paschetto.
A destruição do edifício começou em 1944, com a ocupação das tropas anglo-americanas, que durou mais de três anos.
Quando em 1978 a cidade de Roma adquiriu a Villa, ambos os edifícios e os jardins eram em mau estado.
O fogo, de 1991 agravou as condições pobres do Lodge, juntamente com roubo e vandalismo. imagem de hoje do Owls Casina é o resultado de uma longa e trabalho paciente e meticulosa restauração, realizado no período de 1992 a 1997, o que, com o ainda preservada e com base das inúmeras fontes documentais, permitiu o retorno para a cidade de um os artefatos mais originais e interessantes dos primeiros anos do século passado.

Monte Mario é o mais alto (139 m) colina em Roma, Itália. Encontra-se em torno do lado noroeste da cidade.

A colina era conhecida como Mons Vaticanus ou Clivus Cinnae durante o período romano antigo. O nome atual, de acordo com algumas teorias, vem de Mario Mellini, um cardeal que possuía uma vila e várias aldeias ao redor da colina no século XV. No entanto, a colina era conhecida como Monte Malo ("Montanha Bad") na Idade Média devido ao assassinato aqui do patrício Giovanni Crescenzio (998), de onde, presume-se, o nome moderno.

A parte oriental da colina é uma reserva natural, [1] e no lado ocidental encontra-se o distrito agora luxuoso do mesmo nome. No alto de uma colina está a igreja e convento de Santa Maria Rosario. No topo da colina, que agora ocupa o local do século XV Villa Mellini, é o Observatório Monte Mario, parte do Observatório de Roma, eo Museu Astrônico Copernicano. Este local (12 ° 27'8.4 "E) foi usado como meridiano principal (em vez de Greenwich) para mapas da Itália até a década de 1960. O lado da colina era o antigo local da Villa Pigneto construído por Pietro da Cortona. Ruínas da estrutura foram arrasadas no século XIX.

O John Felice Roma Center, um dos quatro campus da Loyola University Chicago, está localizado na colina da Via Massimi.

Embora seja a colina mais alta da cidade moderna de Roma, Monte Mario não é um dos proverbial Seven Hills de Roma, estando fora dos limites da cidade antiga.



Via do Fórum Imperial[1] (em italianoVia dei Fori Imperiali) é uma avenida de Roma, construída por Benito Mussolini para que houvesse uma ligação entre a Piazza Venezia e o Coliseu.
Na Roma Antiga, um fórum ou foro (em latimforum, lit. "mercado", pl. fora[1]) era o espaço público existente no meio de uma cidade. Era uma adaptação espacial ordenada da ágora e da acrópole gregas.[2] Além de servir tradicionalmente como mercado, o fórum era um ponto de encontro de grande importância social, e frequentemente era palco de diferentes atividades, incluindo discussões e debates políticos, reuniões, entre outras funções. Os fóruns imperiais constituem uma série de praças monumentais edificadas pelos imperadores romanosno curso de um século e meio (entre 46 a.C. e 113 d.C. no coração da cidade de Roma.


Praça Navona (em italianoPiazza Navona) é uma das mais célebres praças de Roma localizada no rione Parione. A sua forma assemelha-se à dos antigos estádios da Roma Antiga, seguindo a planificação do Estádio de Domiciano (também denominado entre os italianos de Campomarzio, em virtude da natureza rude e esforçada dos exercícios - manejo de armas - e desportos atléticos que aí se realizavam). Albergaria até 20 mil espectadores sentados nas bancadas. A origem do nome deve-se ao nome pomposo que lhe foi dado ao tempo do imperador Domiciano (81-96 d.C.): "Circo Agonístico" (do étimo grego Agonia, que significa precisamente - exercício, luta, combate). Actualmente o nome corresponde à corruptela da forma posterior in agone, depois nagone e finalmente navone, que por mero acaso significa também "grande navio" na língua italiana.
As casas que entretanto e com o passar dos anos foram sendo construídas sobre as bancadas, delimitariam e circunscreveriam até à actualidade o tão afamado Circo Agonístico.
Navona passou de fato a caracterizar-se como praça nos últimos anos do século XV, quando o mercado da cidade foi transferido do Capitólio para aí. Foi remodelada para um estilo monumental por vontade do papa Inocêncio X, da família Pamphili e é motivo de orgulho da cidade de Roma durante o período barroco.
Sofreu intervenções de Gian Lorenzo Bernini (a famosa Fontana dei Quattro Fiumi,1651) ao centro); de Francesco Borromini e Girolamo Gainaldi (a igreja de Sant'Agnese in Agone); e de Pietro de Cortona, que pintou a galeria no Palácio Pamphilj, sede da embaixada do Brasil na Itália desde 1920.
O mercado tradicional voltou a ser transferido em 1869 para o Campo de' Fiori, embora a praça mantenha também um papel fundamental em servir de palco para espectáculos de teatro e corridas de cavalos. A partir de 1652, em todos os sábados e domingos de agosto, a praça tornava-se num lago para celebrar a própria família Pamphili.
A praça dispõe ainda duas outras fontes esculpidas por Giacomo della Porta - a Fontana di Nettuno(1574), na área norte da praça, e a Fontana del Moro(1576), na área sul.
Na extremidade norte da praça, por debaixo dos edifícios, foram postas a descoberto ruínas antiquíssimas, a uma cota muito abaixo da actual, comprovando a primeva utilização daquele imenso terreiro.


O Baldaquino é um dos locais mais impressionantes da Basílica de São Pedro, em Roma [1]Gian Lorenzo Bernini criou, para o altar papal acima do túmulo de São Pedro, uma obra prima técnica e artística para o Papa Urbano VIII Barberini.
Trata-se de um alto baldaquino de bronze dourado, de quase 30 metros de altura, construído de 1624 a 1633. De plintos em mármore, que mostram o escudo de armas do papa, erguem-se quatro colunas torcidas que suportam o peso do baldaquino com um globo e uma cruz. O desenho é exuberante, cheio da energia e movimento próprios ao Barroco, a solução ideal para o imenso espaço aberto no interior pelo domo central.
Para obter bronze suficiente o papa ordenou derreter bronzes antigos do Panteão, fazendo com isso o povo de Roma dizer: "O que os bárbaros não conseguiram fazer, fizeram os Barberini".


Os Jardins do Vaticano (em italiano‘Giardini Vaticani’) são jardins e parques que cobrem mais da metade do território do Vaticano.
A superfície soma cerca de 20 hectares (200.000 ) e cobre a maior parte da colina do Vaticano.
Os jardins e parques foram estabelecidos durante as eras da Renascença e Barroca. Eles são decorados por fontes e esculturas.




Castelo de Santo Ângelo (em italianoCastel Sant' Angelo), também conhecido como Mausoléu de Adriano, localiza-se na margem direita do rio Tibre, diante da Ponte de Santo Ângelo, próximo do Vaticano, em RomaItália. O castelo é atualmente um museu.
Sua primitiva estrutura foi iniciada no ano 135 pelo imperador Adriano como um mausoléu pessoal e familiar (Tumbas de Adriano), concluído por Antonino Pio em 139. O monumento, em travertino, era adornado por uma quadriga em bronze, conduzida por Adriano.
Em pouco tempo, entretanto, a sua função foi alterada, sendo utilizado como edifício militar. Nessa qualidade, passou a integrar a Muralha Aureliana em 403.
A sua actual designação remonta a 590, durante uma grande epidemia de peste que assolou Roma. Na ocasião, o Papa Gregório I afirmou ter visto o Arcanjo São Miguel sobre o topo do castelo, que embainhava a sua espada, indicando o fim da epidemia. Para celebrar essa aparição, uma estátuade um anjo coroa o edifício: inicialmente um mármore de Raffaello da Montelupo, e desde 1753, um bronze de Pierre van Verschaffelt sobre um esboço de Gian Lorenzo Bernini.
Durante a época medieval esta foi a mais importante das fortalezas pertencentes aos Papas. Serviu também como prisão para muitos patriotas, na época dos movimentos de unificação da Itáliaocorridos no século XIX.
De seu terraço superior, tem-se uma magnífica vista do rio Tibre, dos prédios da cidade e até mesmo do domo superior da Basílica de São Pedro.
O Castelo de Santo Ângelo foi usado por Giacomo Puccini como cenário do último Ato (Ato III) de sua grande ópera "Tosca".